Coluna 6tou apresenta Bill Bem Mais que lança seu novo sucesso: “Teu refém”

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MAX KINDLER

Hoje apresento pela primeira vez na minha coluna 6touu o meu amigo cantor Bill bem mais, nascido e criado na Zona Oeste ( Vila Kennedy).


Bill começou sua trajetória na música aos 9 anos cantando em escola mirim do bairro chamado Ainda existem crianças ficando por quatro anos.


Depois deu continuidade neste universo da música cantando em vários grupos de pagodes viajando pelo Brasil até seguir sua carreira solo. Vamos saber mais dessa potência da nossa música, do pagode??!!


Perguntas e Respostas

1- Você Bill com 9 anos já cantava em escola mirim?

Ao 9 anos eu comecei a minha história na música já como intérprete oficial da escola de samba mirim Ainda Existem Crianças da Vila Kennedy e por lá fiquei por 4 anos!

2- Nas suas trajetórias você cantor por vários grupos de pagodes?

Meu primeiro Grupo de Pagode foi o Sementinha, onde era composto só por crianças Eu, Jacaré que também foi intérprete na escola de samba mirim, Eco, Alan, Roniele, Diogo, e Nendioca. Queria por de mais agradecer mais uma vez o JOEL que era nosso mentor e tenho uma eterna gratidão por tudo que sou hoje na música !

3- Fale do seu novo sucesso ” Teu Refém “?

Cara. “ Teu Refém “ é uma canção do Billy SP e André Lemmos e tenho certeza que ela foi feita pra mim RS. Todo cantor tem aquelas músicas que se indentificam né? Teu Refém assim como “ Ninguém “ é “ Quem não gosta de mim “ são essas canções que tenho certeza que foram feitas pra mim RS. Mais falando de TEU REFÉM. Ela fala de uma paixão avassaladora, tipo paixão a primeira vista?! Um cara que encontra o amor pra sua vida e assim vivem uma paixão intensa, até por que é assim o amor verdadeiro!

4- Sua referência musical?

Meu Pai Severino Rodrigues o famoso Roxinho é minha maior referência na música! Foi acompanhando ele nas rodas de samba que me apaixonei intensamente pela música!

5- Suas considerações finais?

Queria muito agradecer ao Max Kindler por ceder esse espaço pra falar um pouco da minha história e paixão pela música! Espero voltar mais vezes e vão lá no meu canal do YouTube ouvir muito “” Teu Refém “” por que eu me apaixonei e tenho certeza que vocês também vão!!!

E como eu sempre digo… Pagode do Bill, tá querido!!!!

 

Roda de Conversa na Beija Flor

O  Departamento Cultural da Beija-Flor de Nilópolis promove, nesta sexta-feira, 23 de janeiro, às 19h, na quadra da escola, em Nilópolis, a roda de conversa “Multidão de Macumbeiros”, iniciativa que integra as ações culturais da agremiação e reforça o compromisso com o enfrentamento à intolerância religiosa.


Com o tema “Samba, educação, reparação e memória”, o encontro reunirá importantes nomes da cultura, do pensamento social, do jornalismo e das religiões de matriz africana para um debate plural e formativo. Participam da roda de conversa:
• Adaílton Moreira Costa, babalorixá
• Aydano André Motta, jornalista
• Flávia Oliveira, jornalista
• Guilherme Niegro, enredista
• Helena Theodoro, filósofa
• Renato Ferreira, advogado
• Vivian Pereira, enredista
• Wânia Sant’Anna, historiadora

Samba Soul agita Alto da Boa Vista com música de qualidade

Montanha Clube recebeu 140 convidados para gravação de evento

A primeira edição do Samba Soul, evento que mistura Black Music com Samba/Pagode, levou 140 convidados ao Montanha Clube, no Alto da Boa Vista/RJ, no último sábado (17).

“O evento surgiu da ideia de unir amigos e amigas para curtir boas músicas numa reunião envolvendo samba, que minha mãe amava, e black music, que meu irmão adorava. Assim surgiu esse encontro, onde as canções e o público são protagonistas”, lembra o DJ Tuninho Costa, criador do Samba Soul.

Num clima de descontração total, em um ambiente instagramável aos pés da Floresta da Tijuca, com direito a cachoeira ao lado do espaço, o Montanha Lounge, as pessoas puderam desfrutar de um churrasco oferecido pelos organizadores regado ao som dos DJs Tuninho Costa e Everson Celebração, além da Banda Rio Conexão, que refinaram o encontro com músicas da melhor qualidade, que fizeram os presentes dançarem e relembrarem de bons momentos da vida.

Ao final, o evento se transformou num autêntico baile charme, com o professor Marquinhos, um dos convidados, ensinando passos para quem quisesse entrar no ritmo ao som de ícones da música, como James Brown e Barry White.

 

*Pier Mauá ganha novo polo gastronômico*

O complexo Pier Mauá, responsável por administrar o Terminal Internacional de Cruzeiros do Rio de Janeiro e uma área de 50 mil m2, que engloba o Prédio do Touring, Espaço Mauá, cinco armazéns construídos no século XIX, com 3.500 m2 cada e um espaço externo de 8.500 m2, vai abrigar o mais novo polo gastronômico do Rio de Janeiro. O empreendimento, que será inaugurado no dia 24 (sábado), é do grupo Belmonte e contará com quatro restaurantes que ficarão no Prédio do Touring, localizado na Praça Mauá entre o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio e o Boulevard Olímpico.

“O lançamento do polo gastronômico no prédio do Touring é mais um capítulo emblemático da revitalização do Porto do Rio. Ver um espaço tão importante ganhar vida pelas mãos do Grupo Belmonte reforça nosso compromisso de devolver um pouco da história da cidade para as pessoas, com qualidade, cultura e experiências que honram a alma carioca”,  comenta Denise Lima, diretora do Pier Mauá.

Idealizado pelo empresário Antonio Rodrigues, fundador do Belmonte, o projeto mira um ponto de encontro que une comida, música e circulação de público no Centro. “Eu acho que essa área precisa de coisas boas: gastronomia, diversão e entretenimento. E o intuito é esse: levar o carioca para o Centro da cidade e ter um lugar bacana para ele se divertir, comer bem e ouvir boa música. É o que a gente está tentando levar para essa área”, afirma Antonio Rodrigues. “Todos os cariocas deveriam se orgulhar do centro da cidade”, completa.

O complexo terá ainda uma casa de eventos de grande porte, voltada para música eletrônica e programação com DJs nacionais e internacionais. A ideia é que o espaço do Pier Mauá entre no circuito de grandes acontecimentos, oferecendo uma alternativa no Centro a eventos de perfil semelhante aos do Riocentro.

Escolas da Série Ouro pedem mudanças no carnaval

Reunidos em plenária realizada na última quarta-feira, 21, na sede da Liga RJ, no Centro do Rio, os presidentes e representantes das Escolas de Samba da Série Ouro reafirmaram um posicionamento coletivo em defesa das suas Agremiações, comprando uma briga com a LIESA

No encontro, ficou definido que as Escolas irão oficialmente à Riotur e aos órgãos competentes para protocolar um documento com o entendimento comum do grupo sobre a gestão e o uso do Sambódromo.

Os presidentes consideram inadmissível que a Marquês de Sapucaí, segundo eles, seja tratada como propriedade privada, com exploração comercial de camarotes e espaços publicitários sem qualquer retorno às Escolas da Série Ouro, protagonistas do Carnaval. Para os dirigentes, a prática configura enriquecimento sem causa e fere princípios básicos da gestão pública.

O posicionamento aprovado defende ainda que a Riotur atue para resguardar a natureza pública do Sambódromo, estabelecendo critérios justos, transparentes e equilibrados, que beneficiem todas as partes envolvidas e não apenas um grupo restrito.

Segue nota

“Nota oficial da Liga RJ em conjunto com suas 15 filiadas.


A LIGA RJ, entidade que representa as escolas de samba da Série Ouro, vem a público manifestar sua discordância e profunda preocupação com o atual modelo de organização e credenciamento adotado para o Carnaval 2026 no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

As agremiações da Série Ouro não concordam com um sistema que, na prática, exclui sambistas, dirigentes, trabalhadores do Carnaval e veículos de imprensa especializados, enquanto libera centenas de credenciais para influenciadores digitais, convidados sem vínculo com o samba e amigos pessoais de pessoas influentes. Tal modelo afasta justamente quem constrói, sustenta e preserva a essência do Carnaval.

Causa indignação às escolas o fato de segmentos historicamente ligados ao samba, como a imprensa carnavalesca independente, fotógrafos, comunicadores populares e sambistas das próprias agremiações, estarem sendo impedidos de acessar a Sapucaí, enquanto pessoas sem qualquer relação com a cultura do samba circulam livremente por um espaço público.

As agremiações da Série Ouro não concordam com a progressiva elitização do Carnaval, que contraria sua natureza popular. As escolas da Série Ouro lutam para manter o Carnaval como uma festa do povo, com valores justos de ingressos, porém o modelo atualmente adotado exclui o verdadeiro sambista e as comunidades, tornando o acesso cada vez mais restrito. Soma-se a isso a proibição de entrada do público com alimentos e bebidas, obrigando o consumo de produtos de uma única marca, criando situação de monopólio em espaço público, além de outros contratos comerciais que elitizam o evento, quando o Carnaval deveria ser popular, democrático e acessível.

A Marquês de Sapucaí pertence ao povo, e o Carnaval é um patrimônio cultural popular, não podendo ser tratado como evento seletivo, elitizado ou guiado por interesses comerciais. O modelo atual afasta quem constrói o espetáculo e compromete a transparência, a pluralidade cultural e o caráter democrático da festa.

Nesse contexto, a LIGA RJ defende que o credenciamento seja realizado de forma separada por cada liga, respeitando a autonomia de cada grupo. Assim, as credenciais emitidas por cada entidade devem ter validade restrita aos dias de seus respectivos desfiles, permitindo que as escolas da Série Ouro credenciem sambistas, profissionais e veículos de imprensa carnavalesca que tiveram seus pedidos negados, garantindo acesso legítimo a quem vive e divulga o samba.

Causa profunda indignação às agremiações da Série Ouro o fato de que o GRES Unidos do Porto da Pedra, escola integrante do grupo e com grande relevância no carnaval, tenha solicitado formalmente a aquisição de um camarote no Sambódromo, demonstrando plena disposição para arcar com todos os custos envolvidos, e tenha tido seu pedido simplesmente negado, sem qualquer explicação técnica, administrativa ou contratual. Esse episódio escancara uma realidade de desigualdade e abuso, evidenciando tratamento discriminatório entre as agremiações, em flagrante violação ao princípio da isonomia e configurando restrição arbitrária de acesso a um bem público, incompatível com o espírito democrático do Carnaval.

A LIGA RJ também reforça a necessidade de revisão do contrato de concessão do Sambódromo, uma vez que seus efeitos práticos vêm gerando desequilíbrios, exclusões, privilégios e restrições incompatíveis com a natureza pública do espaço.

É fundamental lembrar que a Administração Pública deve observar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, previstos no artigo 37 da Constituição Federal, garantindo que todas as ligas sejam tratadas de forma isonômica, sem favorecimentos e sem qualquer tipo de subordinação entre entidades privadas que utilizam um bem público.

Esta nota não tem como objetivo atacar ou desqualificar qualquer instituição. Seu propósito é tornar público o posicionamento das agremiações da Série Ouro, construído de forma democrática, após plenária realizada no dia 21 de janeiro de 2026, quando os Presidentes e representantes escolas de samba deliberaram, de maneira coletiva e soberana, sobre os temas aqui expostos.

A LIGA RJ e as agremiações da Série Ouro reafirmam sua confiança, respeito institucional e total apoio à RIOTUR, reconhecendo o papel fundamental do órgão público na organização do Carnaval e acreditando que sua atuação será decisiva para corrigir distorções, garantir isonomia e recolocar o povo no centro do maior espetáculo cultural do país.

As escolas de samba da Série Ouro seguem unidas em um princípio inegociável:

O Carnaval é do povo, para o povo, e deve permanecer fiel às suas raízes populares.


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