Coluna 6tou entrevista o cantor e compositor Evandro Bezerra

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Nascido no Rio de Janeiro, família apaixonada pelo samba , Evandro cresceu ouvindo samba.

Bem jovem começou a tocar instrumentos aos 12 anos Pandeiro aos 14 aprendeu os primeiros acordes de cavaquinho. Ai não parou mais, com passagem rápida pelo futebol , Evandro foi do departamento musical do Imperio Serrano e hoje faz parte do grupo “Quintal do Cacique”.


Evandro você com 12 anos comecou a tocar instrumentos de percussão, fale sobre isso?

R- Eu jogava futebol, sempre tinha uma resenha… minha mãe me deu de presente um pandeiro. Aprendi a tocar e depois fui passando para outros instrumentos, aos 15 anos comecei a aprender cavaquinho mas , naquela época, era só por diversão , para nos animarmos nas viagens e concentração

Após uma contusão no joelho jogando futebol começou voce a estudar musica e partcipar de rodas de choro?

R- Em 2010, me machuquei sério! Muito tempo fora dos gramados… acabei não retornando mais ao futebol. Comecei a estudar música! Eu estava em um momento complicado… ficando depressivo… a melhor escolha que fiz foi estudar
Música. Tive um excelente professor que, sempre me incentivava a participar de prática em conjunto! Rodas de choro, e apresentações com orquestra foram muito
Importantes, essenciais para minha construção como
Músico!


No carnaval você foi integrante do departamento musical do Imperio Serrano?

R- Fui músico do império Serrano durante muitos anos… estive presente nos dois últimos títulos de acesso, 2017 e 2022, integrei outras agremiações também, tanto como músico quanto como diretor musical.
Depois de passar a fazer parte do cacique de Ramos, abri mão de todas as outras oportunidades para me dedicar apenas ao cacique, onde estou até hoje


4- Hoje você viaja ao Brasil todo através do grupo ” Quintal do Cacique”?

R- Hoje eu sou cavaquinista e diretor musical do bloco cacique de Ramos e também faço parte do
Grupo “ quintal do cacique” , estamos viajando por todo o Brasil e se Deus quiser, em breve para outros
Países .


Suas considerações finais?

R- A musica cura e eu sou prova viva disso!
Sem musica , a vida é triste …
A musica me fez renascer e pode fazer o mesmo com qualquer pessoa.
“ mais musica por favor! “

NOTAS

Morre a transformista Claudia Pantera



A cena LGBTQIAPN+ do Rio de Janeiro amanheceu de luto nesta segunda-feira (3) com a morte da humorista e transformista Claudia Caricata, também conhecida como Claudia Pantera. A informação foi confirmada pela artista e produtora Condessa Mônica, que homenageou a amiga nas redes sociais. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada.

Natural do Rio de Janeiro, Claudia iniciou sua trajetória artística aos 18 anos, durante a Banda de Ipanema, e conquistou espaço na noite carioca após estrear no extinto Bar Boêmio. Ao longo da carreira, integrou espetáculos como Deu a Elza em Você e se tornou um dos principais nomes de As Fantásticas, tradicional show realizado no Quiosque Rainbow, em Copacabana, ao lado de artistas como Paullette Godar, Sara Car e Xaxu França.

Nos últimos anos, a artista havia se afastado dos palcos e das redes sociais. A confirmação de sua morte mobilizou homenagens de amigos, artistas e frequentadores da cena LGBTQIAPN+ carioca, que lembraram seu talento, seu humor e sua contribuição para a história da cultura transformista no Rio de Janeiro. Claudia Caricata deixa um legado marcado pelo pioneirismo, pela irreverência e pela resistência na arte LGBTQIAPN+.

Com informações do site Pheeno.


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